Pequenos-grandes milagres! Piccoli – grandi miracoli!

26 mar

Sim, os anjos da guarda esistem! Eles podem ter nomes diversos, e se manifestam nas formas mais sutis. Ah, quantas vezes agem sem que a gente perceba! Anjos, protetores, mentores espirituais,espiritos de luz, “intuição”. São tantos, tantos os nomes que os damos! Se abrirmos um pouquinho mais os olhos da alma, seremos capazes de perceber, se sentir a sua presença no nosso dia-a-dia. Nos “pequenos-grandes” milagres, como os que observamos com a chegada da primavera, no perder o ônibus e descobrir que o mesmo sofreu um acidente, no, do nada, resolver mudar a estrada e acabar encontrando alguém especial, em tantas coisas que fazemos “do nada”, sem encontrar uma explicação lógica para tal. Isto para não falar em quando sentimos a sua presença, em quando nos sentimos envoltos em uma sensação de paz, quando o brilho do nosso olhar ganha uma outra luz. Além destes momentos, manifestações “diretas” da presença destes “anjos” se fazem presentes tantas vezes, embora nem sempre a gente as reconheça. “Que sorte!”, costumamos exclamar. Ontem, voltando pra casa, tive a oportunidade de sentir esta presença. Depois de um dia de trabalho, estava voltando pra casa. Metrô 1, metrô 2, bonde. Tempo chuvoso, friozinho. Quase chegando em casa. Cheguei na Praça San Gerolamo e, para atravessar, apertei o botão que fecha o sinal. Esperei que estivesse verde para os pedestres e passei. Atravessei a praça, até chegar na outra sinaleira. Novamente, apertei o botão e esperei o verde, mesmo não sendo um horário particularmente movimentado. Além disso, mesmo com o sinal bom para mim, olhei para ter a certeza de que os carros estivessem diminuindo a velocidade e parando. Dou então um passo, começo a atravessar. Naquele instante, “surge” uma moto, que não pára com o sinal vermelho e, ao mesmo tempo em que ela estava para vir por cima de mim eu, “intuitivamente” e ao mesmo tempo tomada por uma tranquilidade ímpar, dou un passo para trás. A moto passa, muito, muito pertinho de mim e, pouco depois, pára. Uma coisa incrível. Nao aconteceu nada (graças a Deus), a moto tirou um fininho mas não me tocou. Enfim, ele não precisava ter parado! Mas parou. Tirou o capacete (era um senhor de cabelos brancos, de meia idade), se virou e, realmente abalado pelo que tinha acontecido, me pediu desculpas. Em culpa, acabara de notar que, com a estrada molhada pela chuva, tinha tido dificuldade para conseguir freiar. Sim, eu nunca cheguei tão perto de ser atropelada! Há um passo da calçada, com o sinal verde para os pedestres e em cima da faixa de segurança. Mas “alguém” me puxou para trás! E o mais interessante é que, depois do ocorrido (e durante também), não me senti nervosa, ansiosa ou coisa parecida. Não! Tive uma sensação tão boa de proteção! Tinha vontade de sorrir, de agradecer, me senti como envolta de uma redoma de luz. E, diante daquele senhor que, “sconvolto”, tentava se desculpar, eu disse, sorrindo: “Fique tranquilo, não te preocupa, não me aconteceu nada! Tenha uma boa noite!” E segui o meu caminho, poucos metros até a minha casa, onde o meu amor já estava há minha espera.

Foto: Stefano Bellavita

Foto: Stefano Bellavita

Sì, gli angeli custodi esistono! Essi possono avere nomi diversi, e manifestarsi in modi molto sottili. Ah, quanto spesso agiscono senza che noi ce ne accorgiamo! Angeli, protettori, mentori spirituali, spiriti di luce, “intuizione”. Tanti, tanti nomi con i quali li chiamiamo! Se apriamo un po’ di più gli occhi dell’anima, saremo in grado di vedere, sentire la loro presenza nel nostro giorno per giorno. Nei “piccoli-grandi” miracoli, come quelli che possiamo percepire con l’arrivo della primavera, nel perdere l’autobus e scoprire che quello ha avuto un incidente, in dal nulla, decidere di cambiare strada e finire per trovare una persona speciale, in tante cose fatte “dal nulla” senza trovare una spiegazione logica. Questo per non parlare quando in quando sentiamo la sua presenza, quando ci sentiamo avvolti in un senso di pace, quando il brillo dei nostri occhi cambia, diventa un altro “tipo” di luce. Oltre a questi momenti, manifestazioni “diretti” della presenza di questi “angeli” si fanno spesso presente, anche se non sempre li riconosciamo. «Che fortuna!”, spesso esclamiamo. Ieri, tornando a casa, ho avuto l’opportunità di sentire questa presenza. Dopo una giornata di lavoro, stavo tornando a casa. Metro 1, metro2, tram. Pioggia, freddo. Quasi a casa. Sono arrivata in Piazza San Gerolamo e, prima di attraversare, ho premuto il tasto che chiude il segnale. Ho aspettato che fosse verde per i pedoni e ho attraversato. Ho attraversato la piazza, fino a raggiungere l’altro semaforo. Ancora una volta, ho premuto il pulsante e atteso per il verde, anche se non era un momento con tanto traffico. Oltretutto, anche con il semaforo “buono” per me, ho guardato per essere sicura che le auto stessero rallentando e fermandosi col rosso. Faccio un passo, comincio ad attraversare. In quel momento, dal nulla, arriva una moto che non si ferma col rosso e, mentre mi stava venendo addosso, “intuitivamente” e involta da una tranquillità unica, do un passo indietro. La moto passa molto, molto vicino a me, e subito dopo si ferma. Una cosa incredibile. Non è successo niente (grazie a Dio), la moto mi ha passato molto molto vicino, ma non mi ha toccata. Essendo così, non c’era bisogno di fermarsi! Ma il guidatore della moto si è fermato. Si tolse il casco (era un signore con i capelli bianchi, di mezza età), si voltò e molto scosso da quello che era successo, si è scusato. Si sentiva in colpa, si era pena accorto che, con la strada bagnata dalla pioggia, aveva avuto difficoltà a frenare. Sì, non sono mai stata così vicina a essere investita! A un passo dal marciapiede, con la luce verde per i pedoni e sulle strisce di sicurezza. Ma “qualcuno” mi tirò indietro! E la cosa più interessante è che, dopo il fatto (e anche durante), non mi sentivo nervosa, ansiosa o qualcosa del genere. No! Mi sentivo protetta! Volevo sorridere, ringraziare, mi sentivo come avvolta in un cerchio di luce. E davanti a quell’uomo che, “sconvolto”, cercava di scusarsi, ho detto, sorridendo: “Tranquillo, non ti preoccupare! Non mi è successo niente! Buona serata!” E me ne sono andata per la mia strada, ero a pochi metri di casa, dove il mio amore era già ad aspettarmi.

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