Arquivo | março, 2015

Sobre finais de ciclos, mudanças. Riguardo alla fine di cicli, cambiamenti

31 mar

O final de um ciclo é o começo de outro. Para que tudo flua, para que o tempo mude, para que tudo melhore, para que a gente evolua e para que possamos descobrir o sentido até nas coisas mais absurdas, são necessárias pausas, pontos, mudanças de direção. Caminhos novos, ou a retomada de velhas estradas, vistas porém em uma maneira nova. Como um novo texto escrito, que para ter (e ser) sentido, necessita de uma correta pontuação. E o lugar onde vai a vírgula, determina o x da questão!

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La fine di un ciclo è l’inizio di un altro. Perché tutto fluisca, perché il tempo cambi, perché tutto migliori, perché possiamo evolverci ed essere in grado di trovare il senso anche nelle cose più assurde, sono necessarie pause, punti, cambi di direzione. Nuove strade, o la ripresa di vecchie strade, viste però in un modo nuovo. Come un nuovo testo scritto, che per avere (ed essere) un senso, necessita di un punteggio esatto. E dove mettiamo la virgola, determina la chiave della questione!

E chegamos ao dia 30! A felicidade! E siamo arrivati al giorno 30! La felicità!

30 mar

Que jamais percas a capacidade de ver a felicidade nas coisas simples. Que o canto dos pássaros, o barulho do mar, o cheiro da grama molhada de chuva ou da terra recém cultivada tenham sempre o poder de arrancar um sorriso dos teus lábios, assim como os “cheiros de infância” (brigadeiro, pipoca, bolo de chocolate, cheiro da casa da avó, etc) te tragam lembranças que te façam rir e sorrir assim, do nada, sem medo de parecer louco!

Um, dois, um, dois...Che tu non perca mai la capacità di vedere la felicità nelle cose semplici. Che il canto degli uccelli, il rumore del mare, l’odore dell’erba bagnata di pioggia o della terra pena coltivata abbiano sempre il potere di tirare fuori un sorriso dalle tue labbra, così come “i profumi dell’infanzia” (“brigadeiro”, popcorn, torta alcioccolato, il profumo della casa della nonna, ecc) ti portino ricordi che ti facciano ridere e sorridere così,dal nulla, senza paura di sembrare folle!

Dia 29, um pouco do meu modo de pensar! Giorno 29, un po’ del mio modo di pensare!

29 mar

Acredito no destino, assim como acredito no livre-arbítrio. Acredito que nada acontece por acaso, mas que tenho, sim, liberdade de escolha. Talvez não a liberdade de fazer acontecer apenas o que desejo “exatamente” como o desejo, mas a liberdade de escolher como enfrentar cada desafio, que “leitura” fazer de cada problema, de cada obstáculo, de cada dia ruim. E eu escolho ver o lado bom até das coisas ruins. Eu acredito, sim, que tudo tem um lado bom e é este o que eu elejo para mim.

DSCN3818Io credo nel destino, siccome credo nel libero arbitrio. Credo che nulla accade per caso, ma ho, sì, la libertà di scelta. Forse non la libertà di fare con chi accada solo quello che voglio “esattamente” come lo desidero, ma la libertà di scegliere come affrontare ogni sfida, quale “lettura” fare di ogni problema, di ogni ostacolo, di ogni brutta giornata. E Io scelgo di vedere il lato buono anche nelle cose cattive. Credo, sì, che tutto ha un lato buono e questo èd è questo quello che io scelgo per me.

Dia 28! Giorno 28! Hey You!

28 mar

Ei, você! Sim, você mesmo, que acaba de acordar e, na correria, nem lembrou de, diante do espelho sorrir para si mesmo! Faça isto agora! Olhe-se! Admire-se! Tenha orgulho de ser quem você é, e saia de casa de cabeça erguida, olhar confiante e coração tranquilo!

DSCN3815Hey tu! Sì, proprio tu, che sei pena svegliato e, in corsa, non si ha nemmeno ricordato di, davanti allo specchio,sorridere a te stesso! Fallo ora! Guardati! Ammirati! Sii fiero di essere chi sei, e esca di casa a testa alta, sguardo fiducioso e  con il cuore tranquillo!

Pensamento do dia 27! Pensiero del giorno 27!

27 mar

O modo como enfrentamos a vida revela muito de nós mesmos. Se a cada anoitecer pudéssemos parar alguns instantes para refletir sobre a jornada e tirar algo de positivo do dia que passou, certamente dormiremos mais tranquilos e com um sorriso no rosto!

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  1. Il modo con il quale affrontiamo la vita rivela molto di noi stessi. Se ad ogni sera potessimo fermarci un attimo a riflettere sulla giornata e prendere qualcosa di positivo dal giorno che è pena passato, certamente andremo a dormire più rilassati e con un sorriso in faccia!

Pequenos-grandes milagres! Piccoli – grandi miracoli!

26 mar

Sim, os anjos da guarda esistem! Eles podem ter nomes diversos, e se manifestam nas formas mais sutis. Ah, quantas vezes agem sem que a gente perceba! Anjos, protetores, mentores espirituais,espiritos de luz, “intuição”. São tantos, tantos os nomes que os damos! Se abrirmos um pouquinho mais os olhos da alma, seremos capazes de perceber, se sentir a sua presença no nosso dia-a-dia. Nos “pequenos-grandes” milagres, como os que observamos com a chegada da primavera, no perder o ônibus e descobrir que o mesmo sofreu um acidente, no, do nada, resolver mudar a estrada e acabar encontrando alguém especial, em tantas coisas que fazemos “do nada”, sem encontrar uma explicação lógica para tal. Isto para não falar em quando sentimos a sua presença, em quando nos sentimos envoltos em uma sensação de paz, quando o brilho do nosso olhar ganha uma outra luz. Além destes momentos, manifestações “diretas” da presença destes “anjos” se fazem presentes tantas vezes, embora nem sempre a gente as reconheça. “Que sorte!”, costumamos exclamar. Ontem, voltando pra casa, tive a oportunidade de sentir esta presença. Depois de um dia de trabalho, estava voltando pra casa. Metrô 1, metrô 2, bonde. Tempo chuvoso, friozinho. Quase chegando em casa. Cheguei na Praça San Gerolamo e, para atravessar, apertei o botão que fecha o sinal. Esperei que estivesse verde para os pedestres e passei. Atravessei a praça, até chegar na outra sinaleira. Novamente, apertei o botão e esperei o verde, mesmo não sendo um horário particularmente movimentado. Além disso, mesmo com o sinal bom para mim, olhei para ter a certeza de que os carros estivessem diminuindo a velocidade e parando. Dou então um passo, começo a atravessar. Naquele instante, “surge” uma moto, que não pára com o sinal vermelho e, ao mesmo tempo em que ela estava para vir por cima de mim eu, “intuitivamente” e ao mesmo tempo tomada por uma tranquilidade ímpar, dou un passo para trás. A moto passa, muito, muito pertinho de mim e, pouco depois, pára. Uma coisa incrível. Nao aconteceu nada (graças a Deus), a moto tirou um fininho mas não me tocou. Enfim, ele não precisava ter parado! Mas parou. Tirou o capacete (era um senhor de cabelos brancos, de meia idade), se virou e, realmente abalado pelo que tinha acontecido, me pediu desculpas. Em culpa, acabara de notar que, com a estrada molhada pela chuva, tinha tido dificuldade para conseguir freiar. Sim, eu nunca cheguei tão perto de ser atropelada! Há um passo da calçada, com o sinal verde para os pedestres e em cima da faixa de segurança. Mas “alguém” me puxou para trás! E o mais interessante é que, depois do ocorrido (e durante também), não me senti nervosa, ansiosa ou coisa parecida. Não! Tive uma sensação tão boa de proteção! Tinha vontade de sorrir, de agradecer, me senti como envolta de uma redoma de luz. E, diante daquele senhor que, “sconvolto”, tentava se desculpar, eu disse, sorrindo: “Fique tranquilo, não te preocupa, não me aconteceu nada! Tenha uma boa noite!” E segui o meu caminho, poucos metros até a minha casa, onde o meu amor já estava há minha espera.

Foto: Stefano Bellavita

Foto: Stefano Bellavita

Sì, gli angeli custodi esistono! Essi possono avere nomi diversi, e manifestarsi in modi molto sottili. Ah, quanto spesso agiscono senza che noi ce ne accorgiamo! Angeli, protettori, mentori spirituali, spiriti di luce, “intuizione”. Tanti, tanti nomi con i quali li chiamiamo! Se apriamo un po’ di più gli occhi dell’anima, saremo in grado di vedere, sentire la loro presenza nel nostro giorno per giorno. Nei “piccoli-grandi” miracoli, come quelli che possiamo percepire con l’arrivo della primavera, nel perdere l’autobus e scoprire che quello ha avuto un incidente, in dal nulla, decidere di cambiare strada e finire per trovare una persona speciale, in tante cose fatte “dal nulla” senza trovare una spiegazione logica. Questo per non parlare quando in quando sentiamo la sua presenza, quando ci sentiamo avvolti in un senso di pace, quando il brillo dei nostri occhi cambia, diventa un altro “tipo” di luce. Oltre a questi momenti, manifestazioni “diretti” della presenza di questi “angeli” si fanno spesso presente, anche se non sempre li riconosciamo. «Che fortuna!”, spesso esclamiamo. Ieri, tornando a casa, ho avuto l’opportunità di sentire questa presenza. Dopo una giornata di lavoro, stavo tornando a casa. Metro 1, metro2, tram. Pioggia, freddo. Quasi a casa. Sono arrivata in Piazza San Gerolamo e, prima di attraversare, ho premuto il tasto che chiude il segnale. Ho aspettato che fosse verde per i pedoni e ho attraversato. Ho attraversato la piazza, fino a raggiungere l’altro semaforo. Ancora una volta, ho premuto il pulsante e atteso per il verde, anche se non era un momento con tanto traffico. Oltretutto, anche con il semaforo “buono” per me, ho guardato per essere sicura che le auto stessero rallentando e fermandosi col rosso. Faccio un passo, comincio ad attraversare. In quel momento, dal nulla, arriva una moto che non si ferma col rosso e, mentre mi stava venendo addosso, “intuitivamente” e involta da una tranquillità unica, do un passo indietro. La moto passa molto, molto vicino a me, e subito dopo si ferma. Una cosa incredibile. Non è successo niente (grazie a Dio), la moto mi ha passato molto molto vicino, ma non mi ha toccata. Essendo così, non c’era bisogno di fermarsi! Ma il guidatore della moto si è fermato. Si tolse il casco (era un signore con i capelli bianchi, di mezza età), si voltò e molto scosso da quello che era successo, si è scusato. Si sentiva in colpa, si era pena accorto che, con la strada bagnata dalla pioggia, aveva avuto difficoltà a frenare. Sì, non sono mai stata così vicina a essere investita! A un passo dal marciapiede, con la luce verde per i pedoni e sulle strisce di sicurezza. Ma “qualcuno” mi tirò indietro! E la cosa più interessante è che, dopo il fatto (e anche durante), non mi sentivo nervosa, ansiosa o qualcosa del genere. No! Mi sentivo protetta! Volevo sorridere, ringraziare, mi sentivo come avvolta in un cerchio di luce. E davanti a quell’uomo che, “sconvolto”, cercava di scusarsi, ho detto, sorridendo: “Tranquillo, non ti preoccupare! Non mi è successo niente! Buona serata!” E me ne sono andata per la mia strada, ero a pochi metri di casa, dove il mio amore era già ad aspettarmi.

Dia 26! Giorno 26!

26 mar

Existem tantas realidades quanto a minha mente é capaz de criar. E quem me garante que “este” mundo é o Mundo Real? Que provas eu tenho de que aquele mundo dos sonhos, pelo qual navego todas as noites (e às vezes durante o dia também) é apenas fruto da imaginação? E quem foi que disse que o que a gente imagina nao existe? Se a gente pode imaginar, é porque pode existir! O mundo em que vivemos “agora” é real “agora”. Mas, e amanhã? E depois? E quando irmos para “outras dimesões? O que será o “real”? Penso, logo existo? Ou existo, então penso? Bem, eu diria: acredito, logo “existem”!

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Ci sono tante realtà come la mia mente è in grado di creare. E chi mi assicura che “questo” mondo è il mondo reale? Quali prove ho che quello mondo dei sogni, attraverso il quale navigo ogni sera (e talvolta anche durante il giorno) è solo roba di fantasia? E chi ha detto che ciò che immaginiamo non esiste? Se siamo in grado di immaginare, è perché può esistere! Il mondo in cui viviamo “ora” è reale “ora.” Ma domani? E poi? E quando andremo a “altre dimensioni? Cosa sarà il “vero”? Penso, dunque esisto? Oppureesisto, quindipenso? Beh, direi, credo, quindi “esistono”!