Sobre a neve /A rispetto della neve

3 fev

Nestes ultimo dias, Milao se cobriu toda de branco. Como se Deus a tivesse envolvido, com uma doce e linda camada de glaça branca, como aquelas que a gente encontra na massa folhada e que eu, quando criança, adorava comer pura… Quem sabe, Deus nao estava justmente querendo deixar nossas vidas mais doces!

A neve é mesmo uma coisa màgica, e muito interessante. Em cada lugar onde resolve ficar depositada, nos faz imaginar uma coisa diferente. Sobre os galhos das àrvores, por exemplo. Parecem flocos de algodao. E nos fazem pensar àqueles trabalhinhos que fazìamos na escola, no maternal, no jardim, nas séries iniciais. As aulas de artes!!

E a neve que se deposita sobre arbustos, sobre as plantas mais baixinhas, etc?? Parece espuma! Como se a cidade tivesse tomando um explendido e perfumado banho de espuma!! Quem sabe a neve nao veio também para purificar tantos coraçoes!!

Dizem que as coisas sao como a gente ve, e que é a leitura que damos para os fatos que pode fazer toda a diferença. Na neve eu vejo beleza, vejo sonhos,  vejo emoçao e, em um dia como o de hoje, paisagem ainda branca, céu de um azul lindo e um sol que brilha com todo o seu explendor, fica impossìvel nao sorrir pra vida!

Ainda falando sobre a neve, outro dia, junto com o Ste, eu falava da questao que a neve sempre me emociona, e das lembranças que tenho da primeira vez que vi a neve. E me dei conta, entao, do quanto a percepçao de uma criança, o seu ponto de vista, estao ligados ao seu tamanho, à sua noçao de tempo e espaço mas que, talvez, acima de tudo, possa demonstrar o quando nòs, quando pequenos, estamos ainda muito ligados ao Mundo espiritual. Sem falar em como a nossa imaginaçao é fortemente presente!

Eu tenho uma cena marcada, que eu acredito que foi, se nao a primeira, uma das primeiras vezes em que eu vi nevar. Me lembro (vejo) que eu tinha uns 3 anos de idade, e estava no colo de alguém, mas nao lembro se da Ana, do Ruben ou da Renée. Lembro que, da janela do que mais tarde seria o meu quarto, me mostravam os flocos que caìam. E o mais interessante é que, para mim, aqueles flocos eram enormes!! Cad um deles tinha o tamanho de um rosto. E, aliàs, nao sò o tamanho, mas eram rostos!! Rostos de pessoas que jà tinham desencarnado e que, là do céu, tinham achado um jeito de nos “visitar”. Lembro que, naqueles flocos, vi vàrios rostos, inclusive o  do meu pai, da minha nona,  de Deus e o “Papai do Cèu”. Sim, porque para mim, Deus e o Papai do Céu eram pessoas diferentes, sabe-se là por que!

Deus, eu imaginava como acho que todo mundo imagina, um senhor, idoso, cabelos longos, barba branca, de tùnica e, quem sabe, até um, cajado. Mas o mais interessante era a figura, a imagem que eu fazia do “Papai do Céu”. Um rosto completamente diverso e que sò agora, depois de muitos anos, pude me dar conta de quem se tratava: aquele que eu imaginava como sendo o Papai do Céu, tinha o rosto de Mozart.

Rispetto alla neve

In questi ultimi giorni, Milano si è ricoperta di bianco. Come se Dio l’avessi avvolta in una dolce e bella copertura di zucchero glassato, come quello che si trova in quei dolci fatti con la pasta sfoglia e che a me da bambina piaceva mangiare “da sola”… Chissà se Dio non voleva proprio lasciare le nostre vite più dolci!

La neve è veramente una cosa magica e molto interessante. In ogni posto dove decide di fermarsi, ci fa immaginare una cosa diversa. Sopra i rami degli alberi, per esempio. Sembrano dei fiochi di cotone. E ci fanno pensare a quelli “lavoretti” che facevamo in scuola, nella scuola materna, nell’asilo… Le lezioni di arti!

E la neve che si ferma sopra i cespugli, sopra le piante più piccole, ecc.? Sembra schiuma! Come se la città stessi facendo uno splendido e profumato bagno di schiuma! Chissà se la neve non è anche venuta per purificare i nostri cuori!

Dicono che le cose sono come li vediamo, e che è il modo in cui leggiamo i fatti che può fare tutta la differenza. Nella neve io vedo bellezza, vedo sogni, vedo emozione e, in una giornata come quella di oggi, paesaggio ancora bianco, cielo di un azzurro bellissimo e un sole che brilla in tutto il suo splendore, diventa impossibile non sorridere alla vita!

Parlando ancora della neve, altro giorno, insieme allo Ste, io parlavo del fatto che la neve sempre mi emoziona, e dei ricordi che ho della prima volta che ho visto la neve. E mi sono accorta, quindi, di come la percezione di un bambino, il suo punto di vista, siano legati alla sua “dimensione”, alla sua nozione di tempo e di spazio ma che, innanzitutto, possa dimostrare come noi, quando siamo piccoli, siamo ancora molto legati al Mondo Spirituali. Questo senza parlare di come na nostra immaginazione è fortemente presente!

Io ho un’immagine “marcata”, che credo sia della prima (o di una delle prime) volta in cui ho visto nevicare. Mi ricordo che ne avevo 3 anni, e ero sulle braccia di qualcuno, ma non ricordo se era Ana, Ruben o Renée. Mi ricordo che, dalla finestra di quella che poi sarebbe diventata la mia stanza da letto, mi facevano vedere i fiocchi che cadevano. E il più interessante è che, per me, quei fiocchi erano grandissimi! Ognuno di loro aveva la misura di un viso. E, ansi, non solo la misura, ma erano vsii! Volti di persone che avevano già disincarnati e che, dal cielo, avevano trovato un modo di “farci visita”. Mi ricordo che, in quei fiocchi, ho visto vari visi, inclusi quelli del mio padre, della mia nonna, di Dio e del” Papà del Cielo! Sì, perché per me, Dio e il Papà del Cielo erano due persone diverse, chissà perché!!

Dio, lo immaginavo come credo che tutti lo immagino, un signore anziano, con i capelli lunghi e la barba bianca, in tonaca e, a volte, con un bastone. Ma il più interessante era la figura, l’immagine che facevo del “papà del Cielo”. Un viso completamente diverso e che solo adesso, dopo tanti anni, ho potuto rendermi conto di chi si trattava: quello che io immaginavo come essendo il Papà del Cielo, aveva il viso di Mozart.

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2 Respostas to “Sobre a neve /A rispetto della neve”

  1. Ana Festugato 5 de fevereiro de 2012 às 15:25 #

    Minha filhota querida!Muito lindas tuas colocações,como sempre me emocionas com tua espiritualidade e que tenho a certeza que daqui a pouco estaras usando com teus pacientes em teu trabalho junto aos anjos de guarda de cada paciente que trabalhares! Parece incrivel que tiveste que ir para longe para que eu pudesse te sentir mais perto de meu coração.Persista sempre neste lindo caminho do Amor Incondicional que te acompanha desde outras vindas!!Bjinhos no teu coração.!!!Mamma!

    • marianfsouza 5 de fevereiro de 2012 às 19:10 #

      Tu e teu dom de me emocionar. Que dupla, hein?? hehehe… Beijo!

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