Cose che fanno pensare…Coisas que fazem pensar…

21 jul

Certe cose mi fanno pensare. E credo che non potrebbe essere diverso. Ok, essere venuta a vivere in Italia è stata una scelta, e lo sapevo che questo significherebbe affrontare nuove sfide. Sono felice qui, a ogni giorno sono più sicura della mia scelta e, fino adesso, l’unica cosa che mi lascia (non so nemmeno che parola usare) frustrata?  Può darsi. “Chateada” forse suoni migliore. Bene, l’unica cosa che a volte fa che io mi senta “persa” è il benedetto processo del riconoscimento del mio diploma. Mi sono frustrata troppo. Questo senza considerare che ho spedito la lettera con la domanda per rifare l’esame (poiché non ero riuscita a passare) e, quasi un mese dopo, niente di ricevere la conferma che hanno ricevuto la lettera! Ho scritto una mail, ma chi dice che me l’hanno risposto? Questo frustra. E al tempo stesso mi dispiace, per tante brave persone che ci sono qui in Italia. (Perché queste cose, molte volte, ci fanno generalizzare).

Ieri allo IEO mi è venuto da ridere. Le psicologhe parlavano dell’importanza dell’intuizione, e di cercare di non “mettere le etichette” nei pazienti. Che imparare un manuale a memoria non serve a niente, e che un buon professionista non è quello che sa i “quadri teorici”, ma quello che esercita l’ascolto, che accetta o caos e riesce a “uscirne”. Beh… e indovina com’erano le domande di quel benedetto esame? Non bisogna neanche rispondere, giusto? Esattamente l’opposto di tutto ciò che dicevano di essere importante. Teoria imparata a memoria. Ma perché ho deciso di scrivere su quest’argomento proprio oggi? Bene, presto chiarirò… Guardate…

ITALIA. Prima di venire a vivere qui, sono andata al Consolato Italiano e mi sono informata su tutte le procedure necessarie per riconoscere il mio diploma di laurea. Dopo tutto fatto, ho spedito il materiale a Roma, insieme alla domanda di riconoscimento del titolo. Il tempo è passato, e niente. Faccio una telefonata, e m’informano che io, in alcuni documenti appaio come Marian de Souza e in altri, come Marian Festugato de Souza. Ho quindi dovuto sollecitare un altro documento che potessi comprovare che io ero sempre io. E… incredibile ma… questo documento non poteva essere fatto in Italia, ma nel Consolato Italiano del Brasile!! E nuova attesa. Praticamente 2 anni dopo, la risposta: avrei dovuto sostenere un esame ed eseguire il pagamento di 300€. Dove sarebbe realizzato, quando, come e il contenuto, lo avrei saputo dopo, con un’altra lettera che mi sarebbe arrivata. Questa lettera è arrivata qualche mese dopo, con le materie e una lista di circa 40 libri da studiare. Ed è arrivato il giorno de esame e, bene, questa parte l’ho già raccontata. Meglio lasciar stare.

SWIZZERA. Visto la prossimità fra i due Paesi, ho deciso di informarmi circa il riconoscimento del mio diploma anche in Swizzera. Anche lì ho dovuto fare una domanda formale e spedire alcuni documenti. Li ho spedite via posta e, circa 4 GIORNI DOPO, ricevo una mail comunicando che gli avevano ricevuti e chiedendomi di avere un po’ di pazienza, che la mia domanda sarebbe analizzata.

Allora.. cosa ne pensate? In Italia hanno messo 2 ANNI per “farsi vivi”. In Swizzera…GIORNI… E HANNO ANCHE CHIESTO SCUSA! Queste sono o no cose che ci fanno pensare??

Algumas coisas me fazem pensar. E creio que nao poderia ser diferente. Tudo bem, vir morar na Itàlia foi uma escolha, e eu sabia que significaria enfrentar novos desafios. Estou feliz aqui, cada vez mais segura da minha escolha e, até agora, a ùnica coisa que me deixa… nem sei que palavra usar… frustrada? Talvez. Chateada, talvez soe melhor… Bem, a ùnica coisa que às vezes faz com que eu me sinta meio “perdida”, é o bendito fato do reconhecimento do meu diploma. Me frustrei demais. Isso sem falar que enviei carta pedindo pra refazer o exame (jà que nao tinha conseguido passar) e, quase um mes depois, nada de confirmarem se receberam. Mandei e-mail, mas quem disse que responderam?? Isto decepciona. E ao mesmo tempo me faz ficar chateada, por tanta gente legal que tem aqui na Italia. (Porque estas coisas, muitas vezes, nos fazem generalizar).

Ontem no IEO me deu vontade de rir. As psicòlogas estavam justamente falando sobre, no trabalho, como é importante usar a intuiçao, procurar nao etiquetar os pacientes. Falavam que “decorar manual” nao serve, e que um bom profissional nao é aquele que sabe os “quadros teòricos”, mas aquele que exercita a escuta, aceita o caos e cosnegue “sair dele”… Beh… adivinha como eram as questoes da bendita prova que eu, obviamente, rodei!! Nem precisa falar, né? Exatamente o oposto de tudo aquilo que diziam ser importante!! Teoria decorada…

Mas por que resolvi escrever sobre isto justamente hoje? Bem, logo, vou esclarecer… Olha sò…

ITALIA. Eu, antes de vir morar aqui, fui no Consulado Italiano e me informei sobre todos os procedimentos necessàrios para poder ter o diploma reconhecido. Depois de tudo feito, enviei os documentos a Roma, junto com o pedido de reconhecimento. O tempo passou, e nada. Faço um telefonema, e me informam que eu em alguns documentos apareço como Marian Festugato de Souza e, em outros, Marian de Souza. Tive entao que solicitar um outro documento que pudesse comprovar que eu era sempre eu. E.. pasmem!! Este documento nao podai ser feito na Itàlia, mas no Consulado Italiano no Brasil! Na Itàlia nao faziam!! Foi feito no “Consulado ITALIANO” no Brasil! E nova espera. Praticamente 2 anos depois, a resposta: eu teria de fazer um exame e efetuar o pagamento de  300 euros. Onde seria, como seria, quando e o conteùdo, eu iria ficar sabendo depois, através de uma outra carta que iria chegar. Esta carta chegou alguns meses depois, com as matérias e uma lista de mais ou menos 40 livros pra estudar.  iriam dizer em outra carta. Que chegou uns 6 meses depois. UFA… faltando 2 meses pra prova, uma carta, com as matérias e uma lista de mais de 40 livros pra estudar. E chegou o dia da prova. Bem, esta parte jà contei… melhor deixar pra là.

SUIçA. Visto a proximidade entre os 2 paìses, decidi me informar sobre o reconhecimento do meu diploma também na Suiça. Ali também tive que fazer um pedido formal e enviar alguns documentos.  Os enviei por correio e, mais ou menos 4 DIAS DEPOIS, recebi um e-mail comunicando que os  tinham recebido e me pedindo apra ter um pouco de paciencia, que o meu pedido seria analisado.

Entao… o que pensam a respeito? Na Itàlia levaram 2 anos pra me dar um sinal de vida. Na Suìça… 4 dias! E ainda pediram desculpas!!

Entao.. sao ou nao coisas que fazem pensar??

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